Jorge. A minha reunião de empresa termina e saio da sala de reuniões em direção ao meu escritório. Na minha opinião só há frustração pelas grandes mudanças que serão feitas no local. Entro no escritório com a cabeça girando e deixo sobre a mesa a pasta com as informações que nos deram. Sento-me no sofá e penteio o cabelo contra o estresse e milhares de outras sensações até que Karen, a minha secretária, bate na porta. Ela bate levemente na porta fechada, eu limpo a garganta e digo um simples “entre” em tom neutro para não revelar o meu estado de espírito atual. Karen olha para dentro, mostrando apenas metade do seu corpo e tem uma grande careta no rosto. — O que está acontecendo? — Te ligaram do pronto-socorro, Jorge. É a linha 2. Naquele momento, a minha mente começa a pensar que al

