Em um piscar de olhos, eles estavam na cama. Mia então saiu de dentro dele, o que não queria fazer — Mika, dentro dela, reclamou —, mas ela se encurvou para ele. Ela queria que ele a pegasse de quatro por trás. Ela não precisava falar; ele entendeu oque ela queria, a visão dela totalmente de quatro pra ele fez Bones dentro dele fugir e o seu p*u latejar e escorrer, ele ergue os dedos e umedece na boca depois leva até a porta dos fundos dela faz círculos e fala a voz rouca de desejo: — Você quer que isso? Ele pergunta.
— Sim , ela geme pra ele … mordendo os lábios inferiores — Eu quero tudo! Ela declara e então sem pudor ele a penetra.
A loba de Mia estava impaciente, mas a Sigma sabia o que queria: a posição de submissão instintiva que honrava o Alfa, a posição onde ele poderia dominar ela por inteiro. Bryan atendeu ao seu desejo instintivo com uma urgência renovada.
A penetração foi firme e imediata, um grito de posse silencioso no meio do colchão macio. O lençol de seda se amarrotava sob seus joelhos, o cheiro de sexo e vida se espalhando pelo quarto.
A queimação veio e a dor mais ela não hesitou , ela queria ser fudida de todas as formas por ele. Ele começou a estocar rápido e forte como ela queria, e às vezes mais devagar, e quando ele ia devagar, ela rebolava para ele,os quadris em movimentos e ele urrava de t***o.
A dor momentânea era bem-vinda, um lembrete físico de sua ressurreição. O ritmo era dela e dele, uma negociação constante de poder. Quando Bryan ia devagar, ela assumia o controle, rebolando seus quadris com uma arte lasciva que o levava à beira. O Alfa urrava, perdendo a compostura, a visão das nádegas dela se movendo em sua frente era demais para sua razão. Ele sentia a necessidade de deixar sua marca, de garantir que ela estava ali, quente e viva sob seu toque. Ela se tocava na frente ele sentia mais t***o ainda de vela se tocar e gemendo pra ele.
— p***a amor como você é perfeita – ele diz pra ela a voz rouca.
Ela curvou as costas em prazer total; ela amava ser preenchida por ele, ser tocada. Ele deu um tapa forte nas nádegas dela, e ela adorou. Depois, ele pegou os cabelos dela e enrolou no próprio braço, erguendo-a, de forma que as bocas deles se encontraram, e com a outra mão livre, ele começou a acariciar os s***s dela que estavam totalmente sensíveis e rígidos.
O tapa foi uma explosão de posse, a marca do Alfa que ela ansiava. O puxão no cabelo era um ato de domínio que a levava à loucura. Com os olhos fixos nos dela, a troca era visceral: submissão no ato, mas igualdade na paixão. A carícia em seus s***s era um toque de ternura misturado à ferocidade. Ele estava reivindicando cada parte dela, do corpo à alma.
Ele rosnava enquanto a estocava, e ela rebolava sobre ele, os corpos deles totalmente em sintonia frenética de prazer. A boca dele mordiscava o pescoço dela, e a outra mão ainda a segurava pelos cabelos.
O mordisco no pescoço era uma simulação do beijo do laço, um ato de marcação que exigia a posse total. Ele movia a cabeça, inalando o cheiro dela, garantindo-se de que ela era real, de que estava ali. O ritmo era uma máquina de prazer, incontrolável, a caminho de outro clímax explosivo. A cabeça de Mia pendia para trás, os olhos revirados, totalmente entregue à força e ao prazer.
A boca dele subiu para o ouvido dela. Ela sentiu os lábios dele roçando a orelha dela, quente. Ele lambeu e mordiscou e rugiu para ela: — Quero que diga a quem você pertence! — ele ordenou, enquanto ela estava quase chegando ao clímax novamente.
A voz dele era uma ameaça e uma promessa, um rugido de Alfa que exigia a lealdade e a possessão total. Era a sua insegurança falando, o medo de quase perdê-la sendo exorcizado pela confissão de posse. A força dele era física, mas a dor na voz era puramente emocional. Ele precisava ouvir, precisava da garantia irrestrita.
Sem hesitar, ela gritou: — Eu pertenço a você!
O grito veio das profundezas da sua loba, a verdade inegável que ressoava em seu laço, a aceitação de seu papel como Rainha e companheira.
— Grite bem alto a quem você pertence, quero que o mundo ouça, quero que cada filha da p**a escute bem. — Ele ordenou novamente, de forma possessiva. Mia gemia, se contorcia de puro prazer e t***o: — EU PERTENÇO A VOCÊ, BRYAN BLACKWOLF! SOMENTE A VOCÊ! — ela rugiu.
A voz dela se misturou com a da loba, um grito misturado com um rugido animal, e então eles chegaram ao clímax de novo juntos, os corpos tremendo, os dois rugindo de puro prazer, os sons de suas vozes misturados em uníssono, um grito de entrega genuína e visceral.
A confissão final foi o ato de poder supremo. Mia, a Sigma, a Rainha, que tinha o poder da Deusa, estava voluntariamente se rendendo ao seu companheiro, ao Alfa, dando a ele a certeza que ele precisava. O tremor que os percorreu era sísmico, a explosão de poder misturada ao prazer que cimentava o laço. O rugido final foi a celebração da vida, da vitória e do amor indestrutível.
O mundo deles se acalmou, o único som sendo a respiração ofegante, os corações batendo forte. O lençol úmido e amassado era o campo de batalha da sua paixão, e eles eram os vencedores.
Bryan a deitou de costas na cama, deslizando para fora dela lentamente, mas apenas para se deitar ao seu lado e puxá-la imediatamente para o seu peito, aninhando-a contra ele. Ele cheirou seu cabelo, inalando profundamente o perfume da vida. A mão dele acariciou a cicatriz recém-fechada em seu pescoço. Ele sentiu a pele dela contra a sua, quente, macia, viva. Ele nunca a deixaria ir. Nunca mais. Ele era o Alfa, ela era a Sigma, e o laço deles era, agora, uma arma forjada no fogo do perigo e da paixão: inquebrável, eterno e mortal.
Ele não conseguiu dormir. A vigília era seu único conforto. Ele a manteve apertada, a cabeça aninhada na curva do seu pescoço, o cheiro dela o acalmando. Enquanto a lua derramava sua luz prateada sobre a cama, Bryan fechou os olhos, mas não dormiu. Ele apenas observou a respiração dela, o subir e descer suave do peito, a prova irrefutável de que, contra todas as probabilidades, sua Rainha tinha voltado para ele.
O preço para essa noite tinha sido alto, mas cada segundo de paixão e alívio valia a pena. A Alcateia Blackwolf tinha sua Luna de volta. E Bryan, finalmente, tinha sua alma inteira novamente.
Bryan, tomado pelo cansaço, pega no sono sem perceber. O sono o arrastou para longe, quebrando a guarda que ele manteve por dias. Ele apertou Mia contra seu corpo, embalado pela respiração dela, finalmente em paz. E bem ali, ao lado de sua cama, do seu ninho de paz e proteção, ele não percebeu, mas ele e Mia não estavam a sós.