Ele estava contra a pouca luz vinda da varanda. Sua figura se erguia contra mim como um fantasma. Será que foi assim que a Christine se sentiu quando viu o fantasma da ópera pela primeira vez? Será que foi assim com Elisabeta, a amante do Drácula? Será que elas sentiram a mesma sensação que eu, quando viram a silhueta do monstro e desejavam tão ardentemente serem devoradas por ele? O que passou em suas cabeças e como será que foi na pele delas... quanto o coração acelera e algo dentro se contorce em uma sensação indescritível de desejo.
A hora dos demônios de fato devia ter chegado, literalmente.
Como em todos os sonhos não consigo ver seu rosto, mas isso só faz o meu útero se contrair mais quando ele se ajoelha na cama e para na minha frente, com o rosto próximo do meu joelho. É tão fácil assim me deixar à sua mercê? então por que eu nunca me senti assim antes?
-Estava me esperando coelhinha? -Ele fala, e sua voz é como fogo dentro das minhas veias. Parece que ecoa por todo o quarto, como se fosse mágica. Ou talvez seja só o efeito que ele causa em mim.
Minha calcinha está tão molhada que me incomoda, e eu não tenho ideia do por que me sinto tão afetada com um homem que nunca nem sequer vi o rosto.
- Ah Cassy, não me diga que também tem sonhado com isso? -Quando ele fala meu nome, sinto que não vou aguentar mais, e uma das mãos em meus s***s desce em direção ao meu c******s, mas ele a segura pelo pulso antes que eu possa chegar lá. Eu deixo escapar um gemido de frustração. - Não me diga que também tem sonhado comigo arrancando suas roupas e te fazendo gemer alto o suficiente para toda a vizinhança escutar a quem você pertence? Tem sonhado com minhas mãos nas suas coxas e meu rosto entre suas pernas é?
-Por favor...
-Mas você já está implorando? Eu ainda nem comecei com você. Nada disso, você não vai se tocar sem eu dar minha permissão, entendeu? -Eu aceno com a cabeça. -Me responda com palavras. Eu quero ouvir essa sua voz manhosa.
-Sim...-Ele coloca um dos dedos da sua mão livre no meu c******s e começa a fazer pequenos movimentos.
Meus dedos dos pés começam a se virar e parece demais pra mim, eu solto gemidos e me sinto ainda encharcada do que antes, mas em poucos segundos ele para.
É doloroso, e torturante.
- Adoro seus barulhos coelhinha. Mas eles não vão me fazer esquecer o que tenho para tratar com você. Você sabe o que tem me feito Cassy?
-O que eu tenho feito pra você? -Eu tento fechar minhas pernas mas ele as segura, me impedindo.
-Você tem sido uma criatura terrível pra mim, me assombrando como um fantasma, invadindo meus pensamentos e me atingindo com sua maldição. Eu não gostei de nada disso, não gostei de você ter me deixado tão dependente com tão pouco.
-Mas...eu não fiz nada.
-Shhhh, eu estou falando agora. -Ele se impõe sobre mim, chegando mais perto do meu rosto totalmente sem expressão graças a máscara.
-Você fez sim sua bruxinha, e agora é hora de você pagar por isso. -Ele segura o meu rosto em um aperto firme. - Vamos ver, o que eu posso fazer com você...O que essa carinha bonita merece de mim agora? deixe-me pensar. -Ele abre as minhas pernas e sem nenhum aviso prévio enfia dois dedos dentro de mim, e eu me contorço na cama com a sensação inesperada. Ele atinge onde eu nem sabia que dava pra ser atingido e depois tira, me deixando mais uma vez com aquela sensação frustrante.
-Hmh...isso não...
-Me responda Cassy, você tem brinquedinhos?...brinquedinhos íntimos que costuma usar em si mesma? - Eu aceno que sim com a cabeça. - E onde eles estão?...
Eu não respondo, e sou surpreendida quando ele me gira um pouco pro lado e me dá um tapa na b***a que ecoa por todo o quarto. Arde demais pra ser um sonho, mas não é hora de eu pensar nisso agora.
-Na cômoda, segunda gaveta...- Digo derrotada.
Ele sai de cima de mim e vai na direção da cômoda. Abre a minha primeira gaveta e primeiro tira um dos meus consolo de borracha.
Comprei ele a dois anos atrás pela internet em um site chinês, quando queria muito alguma coisa além das mãos para usar.
Logo depois ele tira mais um na cor rocha com um pequeno botão em baixo que começa a vibrar quando ele aperta. Para esses eu não tenho desculpa, a não ser que não queria perder os cupons de desconto depois de ter comprado o primeiro.
Naquele momento, eu fico feliz e aliviada por ele ainda estar usando aquela máscara, por não poder ver a expressão que ele me olha quando tira o terceiro da gaveta....e logo depois uma escova de cabelo com um cabo muito suspeito. Me sinto como uma garotinha levada que foi pega escondendo doces, e agora está esperando seu julgamento. Enquanto isso eu fico na cama com as pernas abertas e meu núcleo pulsando por mais.
Ele me encara com todos aqueles objetos na mão e vem até mim. Dessa vez eu sinto um pouco de medo.
-Sente tanta falta assim de um p*u de verdade? - Eu não respondo. Estou muito envergonhada e não quero dar a ele qualquer satisfação.
-Se é com isso aqui que você costuma brincar, não sei como conseguiu me aguentar. - Ele fala, se referindo ao tamanho dos meus brinquedos.
Dois deles eu diria que estão na média, enquanto o terceiro é um pouco maior. Mas o homem na minha frente tinha ultrapasso bastante essa "média" pelo o que eu já tinha visto dele, e parecia injusto compará-lo aos meus brinquedinhos.
Ele solta os brinquedos ao pé da cama e se põe em cima de mim de novo.
-Vou fazer uma experiência com você - Ele desce a mão de novo em direção ao meu short e tira ele, jogando longe, logo depois tira minha calcinha, encostando bem de leve no meu c******s mas de uma forma que já me faz revistar os olhos.
Ele leva minha calcinha ao nariz, cheirando.
-Cassy, você tem ideia de como é deliciosa?
Depois disso, ele a eleva ela em direção aos meus braços, segura eles bem em cima da minha cabeça e amarra meus dois pulsos juntos, usando MINHA CALCINHA.
-O que você vai fazer comigo?
-O que eu quiser coelhinha, e você não vai poder me impedir.
Ele abre as minhas pernas e começa a estimular o meu c******s, desce mais um dedo e enfia bem fundo, e pronto, mina cabeça agora é uma tela em branco. Eu engoli todos os meus processos só restando gemidos saindo da minha boca.
-Vai se arrepender de não ter posto trancas melhores. - Depois disso, ele pega um dos meus brinquedos e enfia dentro de mim, fazendo movimentos lentos para frente e pra trás. -Vai se arrepender também por ter ido embora sem se despedir no outro dia.
Eu continuo gemendo cada vez mais, mas ainda sinto que é insuficiente. Eu quero mais, mais rápido, mais disso e mais dele, e ele parece ter percebido isso
-Você quer mais é? De repente isso não é o suficiente pra essa b****a gulosa? Vamos ver se assim fica melhor.
Sem nenhum aviso, eu me sinto sendo alargada de uma forma mais prazerosa do que dolorida. Não leva muito tempo pra eu perceber que ele tinha colocado dois dos brinquedos dentro de mim. Ele me preenche toda.
-E agora, é o suficiente ou você quer um terceiro?
Eu não consigo falar, estou cheia e quase convulsionando de prazer, minha coluna arqueada na cama e tudo que eu queria era saber seu nome, mas eu não vou dar esse gostinho de tentar perguntar em uma situação como essa. Quando eu penso que não vou aguentar mais nenhum, sinto algo pressionando o meu buraco de trás.
-Não...
-Ah sim Cassy, você vai ser uma boa garota e vai aguentar tudo que eu tenho pra te dar.
E ele coloca o terceiro dentro de mim, e eu me sinto cheia de uma forma que eu nunca senti antes. Minhas pernas estão em cima dos seus ombros, e com uma das mãos ele está segurando os dois consolos, enquanto com a outra mão ele usa o terceiro dentro do meu ânus.
Até que ele aperta o botão do que está em baixo.
Meus gemidos estão altos e desesperados, meus pés estão enrolados e tudo que eu sinto é uma onda de prazer no meu corpo todo. Ele continua naquilo e eu sinto meu clímax de novo e de novo, até que ele pára e eu desmancho encharcada de suor.
Ele desamarra meus pulsos e eu vejo ele colocando a calcinha no bolso dele e passando os meus três brinquedos para uma das mãos só, assim como a minha escova de cabelo. Sinto alívio por ele não ter usado ela.
-Eu vou levar isso aqui comigo. - Seu rosto chega pertinho do meu, e bem ao fundo do cheiro de orgasmo que consome todo o quarto, e eu consigo sentir mais forte do que nunca o seu cheiro amadeirado e masculino agora, a centímetros de mim.
-Você está proibida de colocar essas mãozinhas na sua b****a, estamos entendidos? - Sem nem conseguir sustentar o peso da minha cabeça direito, eu faço que sim com ela.
- Até mais querida.
E eu vejo ele saindo pela minha varanda, tão rápido quando ele entrou e fez tudo que queria comigo ele foi embora. Não me lembro de nenhuma parte do livro do Drácula ou do fantasma da ópera em que eles tenham feito coisas assim -ou qualquer outra coisa minimamente parecida com isso.
Eu não sei quanto tempo passa até que meu desgaste físico faz meus olhos ficarem mais e mais pesados, até que tudo fica escuro mais uma vez.