JOHN
Quando meu pai me chamou eu estava todo descontraído naquele corredor, realmente não gosto muito dessa empresa, não estou falando da companhia, mas sim desse edifício, a forma que foi projetado, o jeito que é inferior às outras sedes, onde ele se encontra, não é um bom lugar na cidade, mas mesmo assim, é o que tem.
_ Filho, por favor né, venha cá conhecer o seu secretário.
Secretário? Então é um homem?
Caminhei até o meu pai e entrei na sala, olhei as pessoas em volta, nada demais, Angela estava ali sendo sombra do meu pai desde de sempre, tentei procurar alguém de novo naquele lugar mas todos os rostos ali já foram vistos, menos um, quer dizer, ele também já foi visto, só que não tanto quanto os outros e foi esse rosto que me fez ter interesse em trabalhar aqui.
_ Ryan, esse é meu filho John Tucker Lockwood -disse meu pai para o garoto.
Hum, o nome dele é Ryan. Interessante.
_Prazer em conhecê-lo Ryan -dei um sorriso de canto cumprimentando o garoto a minha frente, ele apertou a minha mão e quando então olhou para o meu rosto provavelmente se lembrou de quem eu era, seus olhos se arregalaram, estava muito na cara que ele queria não demonstrar surpresa.
Mas não estava conseguindo, gosto disso.
_O prazer é todo meu -respondeu.
Fiquei encarando os olhos dele por um tempo até que meu pai chamou o meu nome mais uma vez, fazendo com que olhássemos para o homem ao nosso lado. Hoje é o último dele aqui antes de ir comandar outra sede no estado ao lado, pelo o que sei, ele demitiu o CEO da empresa por incompetência e agora quer fazer tudo sozinho.
_ Bom meninos, tenho que ir, meu voo já está quase saindo -ele olhou para mim com alegria e então eu sorri quando vi que agradei o meu pai, isso não é muito comum de acontecer, já nós dois passamos maior parte do tempo brigados- você tem certeza que entendeu tudo filho?
_Sim pai, entendi tudo perfeitamente bem, você sabe que não precisa falar mais de uma vez comigo -sorri novamente então estendi a mão para me despedir.
_Que isso menino? Você vai me levar até a portaria do prédio, não vou te ver por um bom tempo! -disse o mais velho.
_A não ser nas reuniões que teremos todos os meses né? -tentei ser irônico, mas odeio ironia.
_ Não quero saber, te valorizo muito sabe... -ele começou com toda aquela baboseira.
_Pai, falamos disso mais tarde -tentei cortar o papo- isso não é assunto para ser tratado aqui na empresa.
Ele notou que estava fazendo merda quando começou a se abrir demais, então coçou a careca e se virou de costas.
_Ok, vamos então -completou- não posso me atrasar.
_ Quer que eu te acompanhe, Sr.Lockwood? -perguntou Angela.
_ Não precisa, fique aí dando assistência para o garoto -falei com ela.
Mal entrei nessa empresa e já tenho moral aqui, e se tem uma coisa que eu gosto de fazer, é mandar nas pessoas, gosto que elas façam o que quero da forma que quero, e quando eu quero. Comandar isso tudo vai ser mais fácil do que imaginei.
_Ok então, se precisar estarei ao seu dispor. -respondeu ajeitando a sua saia, ela pode ser uma coroa, mas ela é muito gata, qualquer homem dessa empresa já tentou dar em cima dela, até mesmo o meu pai, mas todos eles levaram um não bem dado.
Só falta Angela ser lésbica.
Levei as mãos até os bolsos da minha calça então comecei a caminhar com o meu pai para o elevador, ele estava calado, sempre foi assim. Eu não falo muito e ele não se dá o trabalho de tornar as coisas diferentes, desde o que aconteceu a um tempo atrás, perdemos muito o convívio que tínhamos.
Quando finalmente cheguei na portaria ele me encarou e deu um sorriso de canto que para a minha total surpresa foi seguido de um abraço forte e preciso.
_ Vou sentir saudades filho.
_ Eu também pai, mas é tudo pela empresa -tentei parecer sensível com a situação, só que sou péssimo com isso.
_Ok -ele me soltou- acho melhor eu ir agora, se não eu perco o voo - então virou as costas e deu a ordem para o seu motorista o levar até o aeroporto.
Antes de entrar no carro ele acenou mais uma vez, tirei a minha mão do bolso para dar o último ''tchau'' e então esperei até que ele se perdesse da minha vista para poder entrar no prédio novamente.
Quando coloquei o pé dentro daquele lugar, todas as mulheres que não estavam ali antes começaram a me encarar, algumas cochichavam algo descaradamente com as amigas ao lado, enquanto outras tentavam disfarçar inutilmente. Olhei de relance para uma delas que ficou me encarando por um bom tempo e nossa, eu acho que vou ter que dar um jeito nesse lugar, não vou deixar meu pai pagar pessoas para ficar falando da vida das outras.
Isso é uma empresa, não uma boate.
Entrei no elevador novamente, Angela saiu assim que o fiz e me cumprimentou novamente quando entrei sem dizer uma só palavra. Sorri para ela e as portas se fecharam, uma música r**m começou a tocar me fazendo perceber mais uma coisa: tenho que mudar mais uma coisa nessa empresa: a playlist dessa droga de elevador.
As portas abriram assim que cheguei no meu andar. Não quero ser esnobe, mas sou a única pessoa aqui que tenho um andar sozinho para trabalhar, por exemplo, aqui somos só eu e meu secretário, as outras pessoas estão nos andares abaixo do meu, e mesmo achando um exagero ter um andar só pra mim, meu pai não pensava assim e digamos que acabei herdando isso dele.
Quando entrei na sala Ryan estava mexendo no celular, de início isso já me irritou.
_ Está recebendo para ficar mexendo no celular sr.Cooper? -perguntei o encarando.
Quando ele ouviu a minha voz soltou o telefone de imediato, acho que ele tem medo de mim, e mais uma vez estou gostando disso, gosto de ter moral em qualquer lugar que eu vá. O garoto se levantou da cadeira e ajeitou sua roupa, guardou o celular no bolso da calça e disse:
_ Perdão, eu não tenho nenhum trabalho para fazer, eu achei que...
_ Isso não importa, trabalho é o que não falta -dei um sorriso o interrompendo - por exemplo, pegar um café pra mim.
_ Isso é função da Angela -respondeu ele erguendo uma sobrancelha.
_ Agora é sua função também -respondi ignorando o que ele disse- e não demore por favor, quero meu café forte, e com bastante espuma por cima.
Ele engoliu seco e então resmungou alguma coisa, olhei de cima para ele, dei um passo à frente e ele deu um passo para trás batendo em sua mesa, um sorriso surgiu no canto da minha boca.
_ Você tem alguma coisa para me dizer, sr.Cooper?
_ Não, desculpe -respondeu ele- vou lá embaixo pegar o seu café.
_ Obrigado, quando voltar estarei na minha sala -ele saiu andando até a porta, quando aquele corpo baixinho passou do meu lado, eu agarrei seu braço como eu fiz naquele banheiro, quando ele me engoliu por inteiro.
_Que isso? -perguntou assustado.
_ Me dê seu celular. -ordenei.
_ Como assim? Isso faz parte do contrato que eu assinei com o seu pai? Porque eu não me lembro de ler ''o celular do secretário deve ficar com o patrão do mesmo'' em momento algum daquelas doze páginas -a irritação em sua voz deixava tudo ainda melhor.
_ Na verdade não, mas já notei que isso te atrapalha, então por favor me dê o seu celular, quando você acabar o seu trabalho eu te devolvo.
_Ok mamãe - resmungou ele.
_ Espere aí, você foi irônico? -encarei ele nos olhos.
_Sim, mas... -ele engoliu mais um seco- me desculpe, não foi a minha intenção, vou lá pegar o seu café -então meteu a mão no bolso e tirou o celular de lá, o estendeu para mim e sorriu de canto quando eu peguei o mesmo- pronto, agora pode me soltar?
_ Poder eu posso, eu só não quero -encarei aquele corpo de cima novamente, quando eu vi que as bochechas dele estavam coradas com o que eu havia dito meu p*u deu sinal dentro da calça.
Ryan parece ser inocente, mas nenhum garoto inocente faz o que ele fez no banheiro daquela festa.
_ Mas eu quero -ele puxou o braço da minha mão e se soltou, depois andou até a porta sem olhar para trás.
Estava prestes a entrar em minha sala quando a voz dele me chamou mais uma vez.
_ Sr.Lockwood?
_Sim? -me virei o encarando.
Ele parou para pensar em alguma coisa, depois deu um sorrisinho safado e olhou para o lado, quando então voltou o olhar pra mim, mordeu o lábio inferior e disse:
_ Esqueci o que eu ia perguntar, vou pegar o seu café -esqueceu de nada, sei que ele sabe muito bem o que iria falar.
Entrei na minha sala e coloquei o celular dele em cima da mesa, fiquei pensando no que ele tinha feito com aquela boca, e c*****o, aquilo me deixou de p*u duro só de imaginar aquela boquinha me chupando novamente.
Quando olhei para baixo já estava ereto, a calça me incomodava um pouco, tentei ignorar aquilo mas não consegui, para me descontrair, peguei o celular dele quando a tela se acendeu eu vi que não tinha uma senha, que pessoa hoje em dia não coloca senha no celular? Olhei suas músicas, nós temos um gosto musical bem parecido, mas não era isso que eu queria ver.
Quando fui abrir a galeria do garoto o telefone pediu senha, então imaginei que coisa boa ali não tinha. Sorri com ideia que se passou em minha cabeça então mexi nas minhas gavetas até achar um cabo USB, pluguei no celular de Ryan e depois no computador, e quase que de imediato uma pasta se abriu no monitor, não pensei duas vezes antes de copiar tudo para meus arquivos, seja lá o que tiver aqui, quero ver também.
Desconectei o cabo e o guardei na gaveta, comecei a olhar as fotos do garoto, ele estava feliz em muitas delas com um homem de cabelos ruivos do seu lado, acho que deve ser seu namorado, ou o ex namorado -se ele for fiel. Continuei passando as fotos e então eu vi algo que eu ainda não tinha visto, mas queria muito.
O corpo dele na frente do espelho, ele estava puxando uma bermuda para baixo e mordendo os lábios como tinha feito agora pouco, não mostrava o seu rosto inteiro mas eu sabia que era ele. Passei para a outra foto e o vi só de cueca, ele tinha um corpo lindo, não era malhado mas tinha a barriga com alguns gominhos definidos.
Rezei para que na próxima foto ele estivesse sem nenhuma peça de roupa e dito e feito, lá estava ele completamente nu naquela foto que foi tirada de costas, a b***a do garoto era totalmente empinada e dura, do jeito que eu gosto. Meu p*u contraiu dentro da calça e eu não pude ignorar dessa vez.
Fechei todas as pastas que tinha aberto no celular do garoto e fiquei encarando a tela do computador com aquela foto, levei minhas mãos até o meu cinto abrindo o mesmo com rapidez e fui logo tirando o meu p*u para fora, estava meia bomba mas isso não importava. Comecei a me masturbar vendo a foto até que eu estivesse completamente duro.
Dei zoom na imagem deixando somente a parte daquela b***a gostosa na tela, pulsei em minha mão e então Ryan abriu a porta, soltei meu p*u e fechei a aba de uma só vez, engoli um seco e pensei: Fodeu. Ele estava de costas, mas quando se virou seus olhos se arregalaram.
_O que você está fazendo? -perguntou em choque.
_ Trabalhando em alguns projetos -falei fingindo estar mexendo nos arquivos do meu computador enquanto só ia fechando as abas com as fotos dele.
_Ah sim -ele caminhou até mim e então colocou o copo em cima da minha mesa, sorri de canto e então ele me encarou, ergueu uma de suas sobrancelhas e disse.
_ Só que não sei por que você trabalha de p*u duro, e ainda por cima com ele para fora da calça.
Só percebi que a mesa era de vidro quando olhei para baixo e tive a visão do meu p*u pulsando por baixo daquela superfície fumê. Encarei ele novamente e dessa vez quem estava com vergonha era eu. Engoli seco o encarando enquanto ele ficava tamborilando os dedos no vidro.
_ Estava batendo uma, sr.Lockwood? -perguntou ele.
_ É o que parece... -Falei dando uma risadinha sem graça, não tinha como mentir. Fui logo fechando as minhas calças- por favor não conte isso pra ninguém -nesse lugar onde todos falam da vida dos outros com certeza ele iria espalhar isso.
_ Não vou contar nada a ninguém, não ganho nada fazendo isso -respondeu ele me olhando após revirar os olhos- tem algo que eu precise fazer já que não sou pago para mexer no celular?
Caralho, ele está me provocando.
_ Pelo o que me parece, tem uma lista de números que você tem que ligar para remarcar uma visita a empresa ,o dia dezessete, eu não vou estar aqui nesse dia.
_São quantos números? -perguntou ele, perdendo a graça.
_ Muitos, agora vá trabalhar -dei um sorriso- a pasta com os números está naquela primeira gaveta -apontei para um armário cheio de arquivos e Ryan olhou para trás.
Não acredito que ele se ofereceu para terminar o que eu comecei e eu recusei!
_Ok, já te entrego a pasta -respondeu em um tom sério, cocei a nuca franzindo o rosto, então ele caminhou até a gaveta e pegou a pasta, quando se virou os papéis que estavam dentro dela escorregaram de lá e se espalharam pelo chão.
_Cuidado sr.Cooper, esqueci de avisar que a pasta está aberta -falei encarando ele, segurando riso.
_E você só me fala isso agora? -ele realmente se irritou com o que havia acabado de acontecer aqui.
Ryan se abaixou ficando de quatro no chão, catando papel por papel, sua b***a ficou extremamente empinada para mim quando fez isso e acho que ele não percebeu, aquela visão não me ajudou em nada, olhei para baixo e meu p*u estava pulsando novamente, eu ainda não tinha fechado a calça, e quando então ele catou o pegou papel eu me levantei.
_c*****o garoto, que merda é essa que você tem na cabeça? -caminhei até a porta e tranquei a mesma, ele me encarou com um olhar de desentendido, ainda estava de joelhos no chão e eu em pé.
_O que eu fiz? -perguntou se sentando em cima de deus calcanhares, parecendo realmente não compreender a situação.
_ Nada, você não fez nada -apertei o meu p*u que já dentro da calça, com o cinto ainda aberto- quer um trabalho? Então já tem um trabalho, abra essa sua boquinha e faça o que você fez no banheiro naquela noite.
Que merda é essa que eu estou fazendo? Isso pode me arranjar um problema gigantesco.
_ Está falando sério? -perguntou ele.
_ Eu pareço estar brincando? -resmunguei.
_ Nossa, que ignorante -ele se levantou pegando apoio no chão e então caminhou até mim, ficou na ponta do pé para conseguir alcançar o meu pescoço e beijou ali mesmo, minha pele se arrepiou na mesma hora, então ele sussurrou- eu gostei disso, gostei do jeito que você falou.
Ele está mesmo cedendo? Foi tão fácil assim?
_ Gostou é? -sussurrei esfregando o meu volume em sua barriga.
_ Muito, me dá vontade de... -ele chupou a minha orelha antes de terminar de falar, soltei um suspiro quando senti o meu p*u duro feito pedra dentro da minha calça, uma de suas mãos desceu entre nós dois e apertou meu m****o por cima do tecido, o contraí novamente em seus dedos, sorrindo safado..
_ De que? -sussurrei com a voz rouca perto de seu ouvido, fazendo com que ele se arrepiasse quando o peguei pela cintura com força, apertando-o contra mim.
_ De te fazer gozar, gozar muito -então apertou o meu p*u na mesma hora que chupou a minha orelha e eu soltei um gemido com isso, sua boca foi descendo e com a outra mão ele foi abrindo os botões do meu terno.
_ Então me mostra o que você sabe fazer -ordenei.
Ele soltou um suspiro.
_ Nossa que delicia, manda de novo, mais grosso dessa vez.
Ele é uma v***a!
_Chupa a p***a do meu p*u logo e para de frescura porque estou louco pra encher essa sua boquinha de porra... -e foi quando falei isso que o garoto deu uma risadinha e se afastou, olhei para ele sem entender o que estava acontecendo.
_ Desculpe, eu tenho uma lista muito grande de números para ligar antes que eu saia daqui -e então ele se abaixou e pegou a pasta no chão da sala, andou até a porta e destrancou a mesma, saiu de lá e me deixou de p*u duro sozinho, sem fazer nada. Me deixando com vontade de f***r aquela boca.
Filho da p**a, me deu o troco.
Continua...