Capítulo 4

4077 Words
Depois de alguns minutos ele entrou na minha sala, eu estava sentado na minha cadeira e dessa vez eu estava trabalhando de verdade, encarei ele com um olhar sério e então ele tentou me devolver o mesmo olhar. Ryan colocou a pasta em cima da minha mesa e então disse. _ A sr.Hale não vai poder vir no dia dezoito então ela disse que vai me retornar para marcar a reunião no outro dia e pediu desculpas caso esteja atrapalhando alguma coisa com isso. _ Está ok -falei voltando a atenção para a tela do computador- agora pode voltar para suas tarefas e quando acabar, me avise. _Eu já acabei -respondeu.. Quando olhei para o garoto ele estava com um sorriso de vitória nos lábios, aquilo me provocou como das outras outras vezes, só que essa dessa vez não foi legal. Respirei fundo e então falei: _ Nossa, você é bom de serviço hein -ele deu uma risadinha. _ Eu sou bom em tudo o que eu faço.  _ Tudo mesmo? -perguntei me inclinando para frente. _Sim, tudo mesmo. Você vai ver isso com o tempo -ele sorriu de canto. Meu Deus, eu já estou caindo na lábia dele de novo! O que a vontade do f***r não faz com um homem... _ Eu ficarei muito contente em saber como você vai mostrar. _ Isso ai é surpresa senhor -respondeu me olhando- gosta de surpresas? _ Não, mas eu acho que posso abrir uma exceção. _ Ah, pode? -ele deu outra risadinha quando puxou a cadeira de frente pra minha- mas essa exceção é só minha, ou você fala isso para todo cara que você quer f***r? Arregalei os olhos dando uma risada e então ele riu comigo. _Sim, é para todos, mas você é especial. _Por quê? -perguntou com os cotovelos em cima da mesa. _ Por que eu quero te f***r de um jeito que eu nunca fodi nenhum deles. Ele se mexeu na cadeira e então engoliu seco, pude ver um sorriso brincando em seus lábios e então ele deu uma risadinha sem graça. Até que enfim eu tive algum efeito em cima desse garoto! Achei que eu não iria conseguir fazer isso antes de sair dessa droga de empresa hoje. _E se eu for ativo? -perguntou, mordendo os lábios rapidamente. _Eu te como a força -respondi e mais uma vez ele se mexeu na cadeira inquieto- gostou de ouvir isso, né? -dei uma risada safada olhando para ele, segurei sua mão, peguei o celular que estava do meu lado e devolvi para o garoto- tome aqui, acho que não tem muita coisa para fazer hoje, até porque estou esperando um e-mail do meu pai com alguns dados sobre um relatório que temos que entregar, pode ir mexer no seu celular. Ele pegou o aparelho, guardou no bolso e disse: _ Prefiro ficar aqui conversando com você, está interessante e é mais divertido que o meu celular. _ Nossa sr.Cooper, gostei de saber disso -me encostei as costas na minha cadeira e ele ficou me olhando calado, fiz a mesma coisa por alguns segundos, até que quebrei o silêncio com um convite- quer ir almoçar comigo hoje? Ele se demonstrou decepcionado e eu achei que tinha feito algo de errado. _O que foi? -perguntei olhando para ele. _Eu não posso, nossos horários de almoço não batem -ele sorriu triste. _ f**a-se, você vai tirar hora de almoço mais cedo hoje. _Por quê? -perguntou ele se divertindo. _ Por que eu estou mandando. [...] Levei Ryan para um restaurante caro e fiquei bem surpreso quando vi que o garoto sabe se portar em todo tipo de situação, ele sabia comer com talheres que nem mesmo eu entendia para que serviam, deixei que escolhesse o almoço mas me arrependi quando ele escolheu o pior prato do cardápio, então troquei o pedido na mesma hora e gostei de não ter sido questionado. Ficamos jogando conversa fora durante um tempo, meu pai não me ligou então não tinha o porque não ficar ali, nós dois não tínhamos nada para fazer naquele escritório enquanto o maldito e-mail não chegasse. Descobri que ele torce para o mesmo time de basquete que o meu pai, e que sabe pintar também. Já sobre mim ele não arrancou quase nada, odeio falar sobre minha vida para alguém, acho que minha história pertence a mim. Não gosto de tocar nesse assunto, até porque, qual seria o sentido de ficar contando coisas da minha vida para um cara que eu só estou querendo comer em todas as posições possíveis? Quando fomos embora meu pai me ligou, já era quase hora de ir embora da empresa, Ryan e eu estávamos na entrada quando meu telefone tocou. _ Pronto -respondi atendendo. _ Filho, acabei de te enviar os emails com as coisas para os relatórios, preciso que você fique até mais tarde na empresa pois é urgente. _ Mas isso é função do sr.Cooper pai... -falei. _O que é minha função? -perguntou Ryan, mas logo parou quando eu fiz um sinal para que ele calasse a boca antes que meu pai começasse a fazer perguntas. _ Eu sei filho, peça ele pra te ajudar, e fale que o recompensarei no fim do mês pelas horas extras que fizer, é que isso é importante para nós e os caras querem tudo pronto até amanhã de manhã. _ Eu tenho que acabar com isso hoje?!? -Aumentei a minha voz com raiva. _Por favor John, é necessário -ele sabe o quanto odeio ter ficar trabalhando até mais tarde. _ Espera aí que vou ver com ele se ele pode ou não fazer isso. -tapei o microfone do celular e então sussurrei perguntando para o Ryan se ele podia fazer hora extra hoje. Ele fez que sim com a cabeça então eu voltei a atenção para o meu pai que estava do outro lado da linha- Sim pai ele vai poder ficar até mais tarde, vou desligar aqui porque tenho que fazer isso logo. _Ok filho, tchau, e mais uma vez, obrigado.  Foi ele quem desligou, meu pai não tem compromisso com as coisas e as vezes isso me tira do sério, olha a hora que ele manda esses e-mails com os dados para esse maldito relatório, ainda tenho que manda tudo pronto até amanha. Se não fosse seu filho, já tinha o matado á tempos. _Quem era? -perguntou Ryan. _ Meu pai, ele mandou os e-mails para que eu fizesse os relatórios, tem certeza que não tem problema você ficar aqui até mais tarde? _ Tenho sim -ele sorriu calmo- nós acabamos com  isso em um minuto, vamos entrar porque esses relatórios não vão se fazer sozinho. Eu tenho que correr com isso. _Vou te ajudar. -falei olhando pra ele. _ Isso é minha função sr.Lockwood, eu me encarrego disso. _ Calado Ryan, eu vou te ajudar -firmei o tom de voz- eu sei fazer as mesmas coisas que você, ou pelo menos um terço delas, acho que dá pra te ajudar com isso numa boa, duas cabeças pensando fazem o serviço andar mais rápido. _ Isso é fato -concordou com o mesmo sorriso que antes. _ Então vamos, temos muita coisa pra fazer. [...] Ficamos horas fazendo esses relatórios para o meu pai, os e-mais realmente tinham muita coisa como conteúdo, lemos e relemos aquela merda pra ter certeza que não iria passar nada despercebido, um erro e a chance do meu pai de fechar um acordo publicitário com uma das melhores empresas do país iria para o ralo. _ Pronto agora é só salvar -dei um suspiro. _ Eu disse que ia ser rápido -disse Ryan- e tudo isso porque sei digitar rápido e bem -ele deu uma risadinha, se gabando. De fato, o garoto fez a maior parte das coisas. _E gosta de outras coisas rápidas também? -perguntei o encarando. _ Ôh se gosto! -ele olhou para o celular- nossa, já é tarde! Perdemos tempo aqui sim -ele riu novamente- nem fomos tão rápido quanto pensei. _ Mesmo assim acabamos, agora é só salvar mesmo. Nós estamos tão cansados que a pose de ''caras certinhos'' de terno e gravata já tinha ido para o saco, meu terno estava jogado em cima da cadeira e as mangas da minha blusa social estão arregaçadas até os meus cotovelos, igualmente as de Ryan. Quando ia clicar para salvar os relatórios toda a luz do prédio acabou, apagando todos os computadores e qualquer outro aparelho que estivesse ligado em uma tomada. Um palavrão saiu da minha boca antes mesmo que eu conseguisse me conter. _Que merda! -gritei. _Por favor, me fala que você colocou isso para fazer backup, que tu colocou para copiar caso acontecesse alguma coisa desse tipo, John -Ryan  estava esperando com todas as suas forças que eu falasse que sim. _ Não… Não sei p***a nenhuma -falei sem graça. _ Como assim você cria um relatório de mais de vinte páginas digitadas e não coloca para salvar no automático?!? -resmungou ele. _ Eu nem sabia que dava pra fazer isso1 -respirei fundo e então a luz voltou, quando encarei o Ryan ele estava sentado na cadeira de frente para a minha, com a mão nos olhos, ele está cansado e agora está com raiva, e tudo isso por minha culpa. _ Desculpa -falei sem saber o que fazer.. Não é comum eu pedir desculpas, mas agora entendo exatamente o que ele está sentindo. Ryan permaneceu calado. _O que vamos fazer agora? -perguntei com a voz mansa. _Eu vou digitar tudo de novo ué -disse ele se levantando da cadeira e parando na minha frente- você pode me dar licença? _ Você ficou bravo? -perguntei ainda sentado. _ Não, imagina! -respondeu sendo irônico mais uma vez, eu sabia que estava errado então tentei me segurar para não fazer coisa pior do que eu já tinha feito- pode ir embora, eu me viro aqui -eu havia contado a ele que teria um jogo com meus amigos agora a noite, e com certeza ele se lembrava disso. _ Vai mesmo ficar? -continuava o encarando. _ Seu pai precisa dessa… Dessa -ele se segurou para não falar um palavrão- desses relatórios para amanhã de manhã e eu não vou ficar aqui conversando com você e deixá-lo na mão, me dá licença por favor sr. Lockwood. _Ok então, você que sabe. -me levantei da cadeira e ele se sentou logo em seguida, ainda calado, começou a iniciação do computador, resolvendo umas coisas que apareciam na tela quando concentrado. Fui para trás da cadeira e coloquei as duas mãos sobre os dois lados da mesma, quase encostando no ombro do garoto, então me inclinei um pouco para ficar olhando as coisas que ele fazia naquela coisa na tentativa de aprender algo novo. _O que está fazendo? -perguntou ele. _ Aprendendo... -falei simplesmente- eu aprendo as coisas rápido. _ Depois eu te ensino, você tem um jogo para ir daqui a meia hora. _ Que jogo? Eu não vou mais. Ele inclinou a cabeça para trás deitando-a sobre cadeira e eu pude encarar ele de cima, sem perceber eu sorri, mas ele ainda estava sério. _ Vou ficar aqui para te ajudar -falei- é o mínimo que posso fazer. _ Não precisa, sério mesmo -respondeu voltando a olhar para a tela do computador. _ Eu quero ajudar c*****o -ele deu uma risada quando eu xinguei- vou lá embaixo pegar um café para nós dois e já volto, vai fazendo as coisas ai. _Opa, café?  _Sim, você quer? -ofereci. _Quero sim -confirmou juntamente com o movimento de sua cabeça. Então sai de trás dele e fui até a porta, quando ia passar por ela o garoto me chamou, girei os calcanhares e o encarei, um sorriso brincou em seus lábios e ele disse: _Sr.Lockwood? _O que foi? -perguntei. Ryan olhou para a tela do meu computador tentando se desviar do meu olhar, dei um sorriso de canto quando ele fez isso e então o garoto continuou. _Quero meu café forte e com bastante espuma.  Dei uma risada e então respondi: _ Pode deixar sr.Cooper. [...] Ficamos fazendo os relatórios até uma de meia da manhã, acabamos com o café da maquina, ele me ensinou como se coloca o computador para fazer cópias das coisas caso aconteça algo como hoje e eu vi que é bem mais fácil do que imaginava.  Mandamos os arquivos dos relatórios para meu pai, mas essa parte quem fez foi eu porque fiquei com um certo receio de que Ryan poderia ver as fotos que peguei de seu celular em  meu computador, se ele visse essas fotos eu estava ferrado porque além de perder as inspirações para a minha punheta diária, eu perderia o meu emprego arrumaria uma briga com o cara e iria parar na cadeia se ele quisesse. Quando realmente acabamos tudo me sentei para relaxar um pouco, Ryan estava quase caindo de sono e eu não estava muito diferente, sorri olhando para o garoto daquele jeito e pode até parecer estranho, mas ele está tão sexy todo cansado. _Vai embora como? -perguntei. _ Bom, eu vou embora a pé -respondeu- eu moro a algumas quadras daqui. _ Não mesmo! -me ajeitei na cadeira encarando ele- é tarde demais pra você ir sozinho. -ele riu. _ Quer saber da melhor? -perguntou. _Fala ai -respondi curioso. _ Nem sei o caminho de casa -ele deu uma risada cansada- vou é sair por aí perguntando onde fica o meu prédio. _ Não vai não, estou de carro, tenho GPS e é só colocar o endereço certo que te levo para casa, o Índice de criminalidade nessa cidade cresceu de uns tempos pra cá, não quero que você seja assaltado ou coisa do tipo. _Por que não? -ele me olhou com um sorriso- já sou tão especial assim? _ Não, você só é um bom funcionário e eu não quero que falte ao serviço - quando falei isso o sorriso dele diminuiu, então ele fechou os olhos- agora se levante que eu vou te levar pra casa. _ Não quero, se eu ficar aqui hoje, amanhã eu não me atraso. _ Até parece que eu vou deixar você ficar aqui, ou você levanta a b***a dessa cadeira ou eu te levo a força -encarei ele, que permaneceu onde estava. _Quero ver. Sem falar nada fui até ele, passei uma de minhas mãos por baixo de sua cintura e me inclinei um pouco para baixo jogando-o nas minhas costas como um saco de arroz, ele resmungou pedindo para que eu o soltasse mas eu não fiz o que ele queria.  Ele não duvidou? Agora aguenta.  Sai da sala com ele nos meus ombros, nem precisei fazer esforço algum para conseguir carregá-lo. Depois de um tempo ele desistiu de se debater e então amoleceu o corpo. _ Você é forte -disse ele com a voz baixa. _Sim, eu sei -respondi. _ Gostei dos seus músculos, eles são grandes, isso é sexy. _ Fica calado por favor -falei segurando a perna dele- se não eu te taco nessa parede desse elevador e te como contra ela, ainda mais agora que não tem ninguém no prédio. _ Nossa, você falou muito e não fez nada até agora, tenho pra mim que cão que ladra não morde -disse ele, passando as unhas pelas minhas costas. Então o coloquei no chão. _ Está duvidando que eu faço? -encarei ele de cima, um sorriso saiu dos seus lábios. _Ta falando de novo, mas até agora nada... _ Não estou crendo que está me desafiando a te comer aqui. _ Eu? -ele se fez de bobo- Não to fazendo nada, só to dizendo que você fica ai falando que é safado e até agora não fez nada demais -pronto, cedi à provocação do garoto. Virei ele de costas pra mim e o empurrei contra a parede espelhada do elevador, ele ficou parado onde eu havia o deixado, parei o elevador com um botão, já fui logo caminhando até ele, olhei  seu reflexo no espelho e notei que os nossos corpos tinham tamanhos muito diferentes. Sem falar uma só palavra me ajoelhei atrás do garoto, levei uma de minhas mãos para frente de seu corpo e então abri seu zíper, meu p*u já estava dando sinal dentro da minha calça, eu queria comer ele queria o mesmo, então é isso que vai ter. Abaixei sua calça juntamente com sua cueca vendo aquela mesma b***a da foto em minha frente, sendo só minha naquele momento, meu primeiro instinto foi dar uma mordida forte na mesma arrancando um gritinho de sua boca. Depois, com as duas mãos eu abri as suas nádegas e mergulhei a minha cabeça entre elas. O corpo de Ryan se moveu todo para frente quando ele contraiu a sua entrada, gostei de saber o efeito que isso tinha sobre ele e então fiz de novo, dessa vez ele gemeu um pouco mais alto e meu p*u pulsou novamente por baixo da calça. Comecei a penetrar minha língua dentro dele, fazendo movimentos de vai e vem em sua entrada, deixando a mesma toda molhadinha. Uma de suas mãos foi até a minha nuca, olhei de relance para o espelho, ele estava tremendo de t***o, suas pernas estavam bambas demais devido ao prazer que minha língua trazia para ele. Com um pouco de força ele me empurrou para frente me obrigando a  penetrar minha língua ainda mais ali dentro. _c*****o -a voz dele estava trêmula, não só a voz mas todo aquele corpo pequeno.  Dei um tapa em sua b***a deixando a marca da minha mão nela, então eu me levantei, sorri para ele quando vi que o seu rosto estava com uma fina camada de suor. Enfiei a mão no bolso e então tirei uma camisinha de lá. Levei o papel laminado até a minha boca abrindo o mesmo com os dentes. Segurei nos braços de Ryan e o obriguei a se virar para mim, então ordenei: _Coloca você. E sem querer ouvir sua resposta, abaixei ele empurrando a sua cabeça em direção ao chão. Ele se pôs de joelhos na minha frente e então colocou a camisinha dentro da boca, me olhando com carinha de safado Ryan foi tirando o meu cinto de leve, quando então se livrou dele suas mãos partiram para o meu zíper. Com um movimento ele desceu minhas calças e também a cueca até a minha coxa, deixando  meu p*u duro todo exposto. Com cuidado ele encaixou a cabeça do meu m****o em sua boca, segurou a borracha com os dentes para que ela não escapasse e bem devagar sua cabeça foi se colocando para frente até que a camisinha estivesse totalmente colocada em mim. Então começou a fazer movimentos de vai e vem com a cabeça. Aquilo não era tão prazeroso como sentir o meu p*u naquela boquinha sem nenhuma borracha me impedindo de ter contato com a pele quente e molhada, então não demorou muito para que eu o empurrasse para trás e fizesse com que ele parecesse de me chupar. Sem cerimônia, fui logo virando seu corpo de costas para o meu, ele ainda estava no chão e eu não me importei com isso. Levei minhas mãos até os cabelos do garoto e o obriguei a se levantar, o empurrei contra a parede espelhada novamente e dei uma cuspida na cabeça do meu p*u,  lambuzando meus dedos de saliva, levando os mesmos até sua entrada. Passei por ali fazendo movimentos circulares até que ele relaxasse. Penetrei então o primeiro dedo e ele se contraiu, depois disso não aguentei mais. Segurei meu p*u com uma mão, encaixei o mesmo em sua entrada e fiz um pouco de força para frente enfiando só a cabecinha dentro do garoto. Então ele deu uma gemida, deixei meu p*u ali por alguns segundos para ele se acostumasse com o tamanho, afinal, eu quero o prazer dele. Quando notei que o mais baixo já estava relaxado, comecei com os movimentos. Fui fazendo com que meu quadril fosse para trás e para frente, empurrando meu p*u cada vez mais fundo dentro dele. Ryan ia gemendo o meu nome de uma forma tão gostosa que eu só queria que ele fizesse a mesma coisa mais e mais vezes. Olhei para o espelho e vi  sua expressão de prazer e dor em nosso reflexo e aquilo me deixava cada vez mais com vontade de acabar com ele. Dei um passo para trás saindo de dentro do garoto e então arranquei um gemido daquela boquinha gostosa. Ordenei que ele tirasse toda sua roupa e ele me obedeceu sem questionar, até que um sorriso safado surgiu em seus lábios quando o peguei no colo. Empurrei nossos corpos até que suas costas se encostassem na superfície de vidro causando um estalo alto, ele passou as mãos em volta do meu pescoço e arranhou a minha nuca de leve, minhas mãos estavam sustentava seu peso pela coxa.  Me encaixei nele e o forcei para baixo o obrigando-o a sentar em mim, então segurei sua cintura e comecei com os movimentos novamente, dessa vez ainda mais fortes e mais profundos, eu estava entrando e saindo dele por completo, Ryan ia gemendo enquanto eu o estapeava sem pena, olhei para ele, encarando sua expressão e tive uma visão satisfatória quando vi o prazer escancarado em seu rosto. Segurei seu corpo com uma mão e com a outra agarrei seu p*u apertando o mesmo em meus dedos, comecei a masturba-lo e o m****o dele ia pulsando em minha mão, então ele soltou mais um gemido, só que esse foi no meu ouvido, me fazendo sentir ainda mais t***o do que eu já estava naquele momento. _Tira a mão dai -ordenou ele, mas eu não correspondi ao seu pedido e apenas aumentei a velocidade dos movimentos que fazia- p***a tira a mão, eu vou... Ele se agarrou em meu corpo me abraçando com força, uma mão dele arranhou as minas costas quando seu rosto mergulhou no meu pescoço, Ryan ia gemendo alto e logo minha mão ficou toda melada de p***a, ele havia gozado e gozado muito entre nós dois. Com toda aquela cena acontecendo, contrai meu p*u dentro dele, meus movimentos não pararam por alguns momentos e não demorou muito para que eu gozasse ali dentro, enchendo o garoto de g**o quente. [...] Depois que vestimos nossa roupa, olhei pra ele com o cabelo meio bagunçado, o garoto deu um suspiro e saiu do prédio junto a mim. Ficamos calados até chegarmos no meu carro que estava estacionado no na área particular da empresa, destranquei o veículo quando chegamos e então abri a porta para ele, antes que ele entrasse eu disse: _E agora, eu ladro ou eu mordo? Ele deu uma risadinha me olhando e então mordeu o lábio. _Tu ladra e morde -e então entrou no carro. Dei uma risada com o que foi dito e bati a porta enquanto ele colocava o cinto, fui caminhando até o outro lado do carro, entrei no mesmo me sentando no banco do motorista e coloquei meu cinto, ligando o veículo. Fomos escutando música até chegarmos no prédio dele. Parei o carro na entrada do edifício e ele tirou o cinto de segurança. Destranquei o carro para que ele pudesse sair e quando o garoto abriu a porta ele disse: _ Obrigado pela carona sr.Lockwood. _ Nossa, eu só ganho um obrigado? -perguntei. _ Quer mais o que? -ele sorriu- um beijo? _ Se não fosse muito incomodo, sim, eu com certeza gostaria de um beijo. Ryan soltou a porta e se inclinou um pouco para o lado, suas mãos tocaram o meu rosto  então ele colou os nossos lábios com um beijo, esse aqui foi diferente dos outros dois que tínhamos dado quando ele me chupou pela primeira vez, esse era calmo mas ainda sim intenso, e quando ele separou a nossas bocas eu ganhei uma mordida no lábio inferior. _Ta bom agora? -ele deu uma risadinha. _ Agora acho que está razoável -sorri.  Ryan deu uma risada para depois sair do carro, quando bateu a porta ele disse: _ Até mais, sr.Lockwood - e virou as costas, abaixei o vidro do carro e então chamei por seu nome mais uma vez, ele me olhou sem entender - o que foi?? Encarei seus olhos e me ajeitei no banco, quando ele se aproximou da janela eu sorri e disse: _ Pode me chamar de John, prefiro assim.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD