O meu plano inicial — ou a minha maior vontade se eu não fosse tão medroso — era chegar em casa super tarde da noite e completamente bêbado pela porta da frente, para poder fazer o maior estardalhaço possível e com isso irritar os meus pais, como eles faziam comigo todas as manhãs e tarde da noite e... Em qualquer ocasião que estivessem junto.
Mas, no momento, eu só queria uma coisa mais do que tudo: Me masturbar e — não era apenas isso — eu queria Jungkook me assistindo, enquanto eu gozava. Será que ele ainda estava acordado?
Loucura ou não, aquela ideia, NO MOMENTO, me parecia melhor do que desperdiçar mais um segundo da minha paciência com os meus pais. Escalei a minha varanda, perigosamente, já que eu m*l tinha equilíbrio, e assim que me firmei no chão atrás da minha varanda, joguei algumas das pequenas pedras que havia pego no jardim lá embaixo em sua janela. Eu não sabia o que estava fazendo, aquilo era bem mais ousado do que eu costumava ser, porém o meu corpo tornou-se ainda mais agitado quando o Jungkook apareceu na varanda.
— Yoongi? — me olhou surpreso.
— Jungkook, agora é a minha vez de te contar um segredo. — e dito isso, com a minha voz embargada e os movimentos desajeitados, comecei a me despir para o rapaz à minha frente.
Eu não sabia o que era mais intenso, se o frio da noite em minha pele a cada peça de roupa removida ou o olhar do garoto em meu corpo pálido. O vi morder o seu lábio inferior e apertar o sexo coberto quando o meu peito ficou exposto para ele. Eu não sabia se por causa do t***o que eu sentia — por todos os pensamentos que fermentei o caminho todo até ali — ou se por causa do frio, mas os meus m*****s estavam pontudos e com uma cor viva e era justo pra eles que Jungkook olhava, enquanto massacrava o seu lábio pequeno entre os dentes.
Usei o seu interesse óbvio ao meu favor e maliciosamente acariciei o meu peito e segurei os meus m*****s, os apertando levemente. Apenas aquela carícia sutil fez o meu corpo inteiro estremecer e eu senti que a minha cueca se tornou mais úmida. Eu encarei Jungkook em busca do seu olhar, porque eu tinha certeza que toda aquela sensibilidade em meu corpo vinha dali.
Ele me encarava tão atento, que m*l piscava. Eu queria ver quais outras reações ele me mostraria, à medida que minhas mãos explorassem ainda mais o meu corpo e eliminassem todas as peças que ainda o cobriam. Vaguei minhas palmas por minha barriga, sentindo meus músculos se contraírem, e as estacionei no cós da minha calça.
Ele abriu mais os seus olhos e ansiou por meu próximo movimento. Abri a minha calça e a removi, em seguida retirei a minha cueca, o que fez o garoto soltar um gemido que contaminou o silêncio daquela noite. O que queria dizer que meu pequeno show o deixara super e******o novamente. Uau, então era só disso que eu precisava para poder ouvir seu lindo gemido?
— Jungkookie, não sai daí, okay? Eu volto logo — pedi, dando as costas a ele, que provavelmente se debruçou sobre a varanda, apenas para ver como a minha b***a rebolava a cada passo desajeitado que eu dava para dentro do meu quarto.
— Ei, Yoongi, aonde você está indo? — vociferou muito baixo.
Não lhe respondi, eu estava mais preocupado em voltar logo para junto dele. Fui até a mesa do meu computador e puxei a minha cadeira para fora, para mais perto da grade e sentei-me. Jungkook me olhou curioso e seus olhos aumentaram assim que ele me viu abrir bem as minha pernas e em seguida levar os meus pés para se apoiarem no ferro gelado da varanda. O garoto se curvou, a fim de ter uma visão ainda melhor daquela cena.
— I-isso é maldade, Yoongi, eu não consigo ter uma boa vista daqui. — o garoto se lamentou.
Quis lhe dizer que era uma pena, porque o meu pênis estava escorrendo de tanto t***o que ele tinha me feito sentir e a minha entrada latejava, desejando o seu p*u, porém eu não conseguia. Olhando nos olhos de Jungkook, enquanto as minhas mãos não paravam de se mover por meu corpo, eu só conseguia gemer. Mas não devia ser tão r**m assim para ele, já que era apenas o seu nome que escapava dos meus lábios como uma súplica.
— J-Jungkookie, você só quer olhar? Você não quer me tocar assim também? — perguntei, enquanto esfregava a ponta dos meus dedos em meus m*****s.
O encarei, atrás da sua resposta, e dei de cara com Jungkook expondo mais uma vez a sua bela ereção. Porém, dessa vez, eu não podia vê-la, mas via como os seus quadris ansiosos se moviam em busca do carinho da sua mão.
Eu pensei que sentado daquele jeito, eu poderia me tocar melhor e permitir que ele me assistisse melhor, mas não estava funcionando bem, nem pra mim, nem pra ele. Levantei-me. Seus olhos me devoravam e eu sabia que os meus faziam o mesmo a si. Debrucei meu corpo sobre o metal gelado e tremi involuntariamente.
— Consegue me ver melhor assim? — eu quis saber.
Ele assentiu e eu percebi como seus olhos buscavam enxergar por cima dos meus ombros abaixados. A minha b***a estava empinada para o lado de dentro do meu quarto. Levei alguns de meus dígitos a minha boca e os chupei devagar, embora fosse muito ruidoso. Sua atenção voltou ao meu rosto, ou melhor, ao jeito como eu socava meus dedos em minha boca. Eles estavam ensopados, minha língua se enroscava e fazia uma sujeira de saliva que escorria pelos cantos dos meus lábios.
Nós dois sabíamos que só havia um motivo para tudo aquilo. Puxei os dedos lentamente de dentro da minha boca e os levei até a minha b***a. Seus olhos o seguiram até chegarem lá, mas assim que eu me toquei, meu rosto inteiro se contraiu em prazer e ele não sabia mais onde devia focar a sua atenção. Era a primeira vez que eu deixava alguém saber que era assim que eu me dava prazer e que era dentro de mim que eu o desejava.
— Jungkook. — gemi, não com intuito de provocar-lhe ainda mais, mas como uma reação natural do meu prazer.
Antes eu estava apenas acariciando a minha entrada e deixando que a minha saliva se espalhasse por ela, mas naquele momento em que chamei por seu nome, eu havia afundado o meu dedo inteiro no meu buraquinho e por mais que aquele dedo não fizesse jus ao p*u do garoto que se masturbava na minha frente, foi nele que eu pensei, foi ele que eu imaginei se afundando em meu corpo e mexendo com todos aqueles nervos que me enchiam de prazer.
— p***a, Yoongi, eu quero ir aí agora te f***r todinho. — confessou, como se não fosse visível em seu baixo ventre.
Soquei outro dedo dentro de mim e rebolei meus quadris, os socando bem fundo. Eu também queria, não tinha nada que eu desejasse mais do que ele me abraçando a noite inteira em minha cama, mas eu não estava pronto pra isso ainda. Ter Jungkook me abraçando ainda era um tempero para os meus sonhos. Por enquanto, a única coisa que eu realmente queria era que...
— Eu quero que você me veja gozando, Jungkookie. — esfreguei os meus m*****s no metal frio, sentindo o meu interior se comprimir em volta dos meus dedos.
Meu vizinho chupou seus lábios e eu queria estar fazendo aquilo por ele.
— Me diz quantos dedos você… — se calou, não sei se por timidez ou porque ele estava e******o demais até pra concluir aquela fala sem que um pulsar forte fizesse seu g**o se aproximar.
Mordi o meu lábio e tentei manter as minhas pernas firmes, enquanto enfiava o terceiro dedo. Abri a minha boca e soltei um gemido longo. Quase senti os meus olhos revirarem ao sentir o aumento do volume em meu reto.
— A-agora são três. — respondi ofegante.
— Então, me mostra como você goza com esses três dedos socando o seu cuzinho.
Nossa, como ele tinha uma boca suja, aquilo era tão erótico. Apertei os meus olhos, abrindo a minha boca novamente, dessa vez em um gemido deleitoso. A minha b***a lutava contra os meus próprios dedos e eu sentia que estava prestes a explodir. Ouvi Jungkook xingar baixo e podia ouvir claramente o som da sua m*********o que ganhava velocidade. O ápice estava vindo para ambos…
— Awn… — curvei o meu corpo inteiro sobre a varanda e o meu g**o foi lançado através das barras de proteção.
Jungkook me encarou como se não pudesse acreditar que eu tinha acabado de gozar daquele jeito, quando nem mesmo tinha tocado em meu pênis. Tudo o que eu tinha feito foi brincar com a minha b***a e os meus m*****s.
— Ah, p***a, eu não acredito que você… — mas naquela altura ele não conseguia mais concluir quaisquer que fosse os seus pensamentos.
O garoto de olhos redondos, ficou tão ofegante quanto eu e o seu corpo também se atrofiou em uma pausa breve. Quando o meu vizinho voltou a sua postura normal, ele ergueu a sua mão e me mostrou como a sua p***a deslizava entre os seus dedos até o pulso grosso.
— Você me paga. — ele disse, com um sorriso de satisfação.
Ele manteve aquele sorriso nos lábios que eu tanto desejava, me fazendo pensar que eu não via a hora de ter a dívida cobrada.