— Nem sequer pense nisso. — Eu aponto-o de pé. — eu ajudo.
Eu pego a bandeja em suas mãos e relutantemente dou uma xícara de café para o meu amigo que me vê como se eu fosse louco. Deixo um para mim e pego as pastas, tirando todo o peso que ela traz. Eu lhe dou um sorriso caloroso que ela dificilmente retorna.
— Sente-se bem? É mais branco do que um papel.
— Sim, é apenas um sonho. — comente novamente sobre o que ele disse há algum tempo como justificativa. — A reunião começará em poucos minutos, eu já fiz as cópias que você pediu, Deixei-os em suas respectivas pastas e preparei a sala de reuniões.
— Sozinha? — Sento-me na minha cadeira.
— Sim, bem, não. — arranha a nuca nervosamente. — Chame a minha irmã e ela explicou o que fazer. — faz caretas com os lábios. — Sabe, ela cuida da companhia do meu pai juntamente com... — fechou a boca antes de nomear o infeliz.
— O Douglas continua a trabalhar na sua empresa? — O Jadson pergunta algo que me interessa demasiado.
— Sim. — murmura num tom quase inaudível. — Ele é o vice-presidente, uma posição que eu deveria estar a manter.
Meu amigo me dá uma olhada de sudeste. Eu sei o que você pensa e eu compartilho esses pensamentos. Bela é louca por deixar todo o seu império nas mãos daquele bastardo. Certamente a mãe dela não sabem o que aconteceu entre eles ou já teriam expulsado, acho eu.
— Não gosta de trabalhar na empresa? — Jadson investiga demasiado, não paro, pois quero saber. — A empresa da sua família é a mais importante do país.
Bela tensiona seu corpo e procura desesperadamente como responder sem ser julgada. As mãos começam a torcê-las dentro de si. Tenho pena dela, por isso intervenho.
— É melhor tomar café, fica frio. — Jadson concorda em entender a dica. — Não quer um? — Bela está aliviada da minha mudança de assunto e n**a algumas vezes.
— Não, estou sem apetite.
— Qual foi a última coisa que comeu? — Eu bebo o café para o terminar e poder ir à sala de reuniões. — Bela. — Eu ligo, já que ela não responde.
— Gelado de morango. — Começo a pensar no que diz e isso foi ontem à tarde.
— O que quer dizer gelado foi o último? Você deve comer. — irritante rosnando.
— Eu vou tomo meu café noutro lugar. — Jadson leva a xícara e algumas das pastas. — Vejo-o na sala de reuniões. — aviso.
Ele foge do meu escritório deixando sozinha com ela, que me vê com uma sobrancelha levantada e braços cruzados, parece chateada e eu a vejo mais sexy. Todas as suas facetas estão lindas, eu acho que enquanto me levanto para andar em sua direção, que são apenas dois passos.
— Após a reunião, vamos almoçar. — Eu aviso colocando o meu r**o na secretária, em pé na frente dela. — estou a convidar. — eu esclareço para que ela não me envie para o inferno.
— Não me sinto assim, parece que você pede. — refuta com aborrecimento. — Durante muito tempo fui escrava de alguém, não voltarei a ser. — um sorriso puxa os meus lábios.
— É bom saber que vai endurecer a sua personagem, não é comigo que deve fazer, mas com o bastardo do seu ex-namorado. — desvie do meu olhar sem saber o que responder. — E eu não quero uma escrava ao meu lado, talvez s****l, mas não para o dia a dia.
Seu rosto começa a avermelhar, ela arde de vergonha, pelo que eu digo, até seu pescoço tem a mesma cor. Ela cobre o rosto com as duas mãos escondendo a vergonha que suas bochechas vermelhas detonam. Ela n**a freneticamente e não se atreve a me ver.
— Respire, mulher. — Estendo a mão na direção dele, pegando pelo cotovelo e puxando contra o meu peito. — Você almoça comigo, Bel? — seu perfume entra no meu nariz alterando minhas terminações nervosas.
Ela descobre seu rosto e me deixa ver seus olhos castanhos, tão bonitos e expressivos que ela possui. Continuo a vê-la como uma tola. Sua boca me chama, eu juro que ela me pede para beijá-la, eu corro seu rosto tentando pensar em qualquer outra coisa além do beijo que ela queria desde que eu a conheci, é impossível para mim não descansar minha visão lá. Em seus lábios cheios. Comece a mordê-los nervosamente.
— Caio. — O meu nome na tua boca é música para os meus ouvidos.
— Prometi que ia ensinar como amigo e menti — Atraio um pouco mais na minha direção. — quero fazer como um homem que quer uma mulher. — Não consigo tirar os olhos dos lábios. — Deixa fazer?
— Como seria? — é tão inocente que receio pervertê-la com as minhas ações.
— Devo mostrar. — Eu fecho as mãos nos quadris dela.
Seu corpo está entre minhas pernas, a distância entre os dois é efêmera, tão curta que nossas respirações se misturam. Eu posso ouvir o batimento cardíaco rápido que acompanha o meu. Sem pensar por mais um segundo eu pego seus lábios entre os meus. É o céu que se abriu, para mim. É aqui que eu pertenço à qualidade de seus lábios.
Minha boca é aquela que se move insistentemente sobre a dela, acabo mordendo o lábio inferior para abri-la, ela faz isso liberando um suspiro que consegue acordar minha amiga. Suas mãos seguram meus ombros, enfiando os dedos lá. Nossas línguas fazem contato, do céu eu passo para o inferno, o calor começa a ser sentido pela umidade de nossos lábios, eu nunca senti essa sensação antes
Nossas bocas continuam a dançar à medida que a temperatura aumenta, abaixando nossas mãos sobre a borda de seus quadris até que eles atinjam sua traseira redonda. Eu devo ir devagar, eu me repito várias vezes, no entanto, eu não posso, ela me exorta a tocá-la, a ansiar por ela, é responsável pela ereção que cresce entre as minhas pernas.
— Caio! — suspira quando eu aperto o r**o nas minhas mãos. — Esta é a sua maneira de ensinar? — separa-se de mim um pouco atordoado.
Nossas respirações estão agitadas, sua boca está inchada e minhas mãos continuam a acariciar sua b***a sem vergonha.
— Sou melhor do que um beijo de escritório. — Afirmo malicioso. — Vamos almoçar e se gostarem acabo de vos ensinar como a sobremesa pode ser deliciosa.
Quero devorar cada parte dele, eu não suporto ter provados seus lábios senão provar seu corpo.