Capítulo 19

1119 Words
— Nem sequer pense nisso. — Eu aponto-o de pé. — eu ajudo. Eu pego a bandeja em suas mãos e relutantemente dou uma xícara de café para o meu amigo que me vê como se eu fosse louco. Deixo um para mim e pego as pastas, tirando todo o peso que ela traz. Eu lhe dou um sorriso caloroso que ela dificilmente retorna. — Sente-se bem? É mais branco do que um papel. — Sim, é apenas um sonho. — comente novamente sobre o que ele disse há algum tempo como justificativa. — A reunião começará em poucos minutos, eu já fiz as cópias que você pediu, Deixei-os em suas respectivas pastas e preparei a sala de reuniões. — Sozinha? — Sento-me na minha cadeira. — Sim, bem, não. — arranha a nuca nervosamente. — Chame a minha irmã e ela explicou o que fazer. — faz caretas com os lábios. — Sabe, ela cuida da companhia do meu pai juntamente com... — fechou a boca antes de nomear o infeliz. — O Douglas continua a trabalhar na sua empresa? — O Jadson pergunta algo que me interessa demasiado. — Sim. — murmura num tom quase inaudível. — Ele é o vice-presidente, uma posição que eu deveria estar a manter. Meu amigo me dá uma olhada de sudeste. Eu sei o que você pensa e eu compartilho esses pensamentos. Bela é louca por deixar todo o seu império nas mãos daquele bastardo. Certamente a mãe dela não sabem o que aconteceu entre eles ou já teriam expulsado, acho eu. — Não gosta de trabalhar na empresa? — Jadson investiga demasiado, não paro, pois quero saber. — A empresa da sua família é a mais importante do país. Bela tensiona seu corpo e procura desesperadamente como responder sem ser julgada. As mãos começam a torcê-las dentro de si. Tenho pena dela, por isso intervenho. — É melhor tomar café, fica frio. — Jadson concorda em entender a dica. — Não quer um? — Bela está aliviada da minha mudança de assunto e n**a algumas vezes. — Não, estou sem apetite. — Qual foi a última coisa que comeu? — Eu bebo o café para o terminar e poder ir à sala de reuniões. — Bela. — Eu ligo, já que ela não responde. — Gelado de morango. — Começo a pensar no que diz e isso foi ontem à tarde. — O que quer dizer gelado foi o último? Você deve comer. — irritante rosnando. — Eu vou tomo meu café noutro lugar. — Jadson leva a xícara e algumas das pastas. — Vejo-o na sala de reuniões. — aviso. Ele foge do meu escritório deixando sozinha com ela, que me vê com uma sobrancelha levantada e braços cruzados, parece chateada e eu a vejo mais sexy. Todas as suas facetas estão lindas, eu acho que enquanto me levanto para andar em sua direção, que são apenas dois passos. — Após a reunião, vamos almoçar. — Eu aviso colocando o meu r**o na secretária, em pé na frente dela. — estou a convidar. — eu esclareço para que ela não me envie para o inferno. — Não me sinto assim, parece que você pede. — refuta com aborrecimento. — Durante muito tempo fui escrava de alguém, não voltarei a ser. — um sorriso puxa os meus lábios. — É bom saber que vai endurecer a sua personagem, não é comigo que deve fazer, mas com o bastardo do seu ex-namorado. — desvie do meu olhar sem saber o que responder. — E eu não quero uma escrava ao meu lado, talvez s****l, mas não para o dia a dia. Seu rosto começa a avermelhar, ela arde de vergonha, pelo que eu digo, até seu pescoço tem a mesma cor. Ela cobre o rosto com as duas mãos escondendo a vergonha que suas bochechas vermelhas detonam. Ela n**a freneticamente e não se atreve a me ver. — Respire, mulher. — Estendo a mão na direção dele, pegando pelo cotovelo e puxando contra o meu peito. — Você almoça comigo, Bel? — seu perfume entra no meu nariz alterando minhas terminações nervosas. Ela descobre seu rosto e me deixa ver seus olhos castanhos, tão bonitos e expressivos que ela possui. Continuo a vê-la como uma tola. Sua boca me chama, eu juro que ela me pede para beijá-la, eu corro seu rosto tentando pensar em qualquer outra coisa além do beijo que ela queria desde que eu a conheci, é impossível para mim não descansar minha visão lá. Em seus lábios cheios. Comece a mordê-los nervosamente. — Caio. — O meu nome na tua boca é música para os meus ouvidos. — Prometi que ia ensinar como amigo e menti — Atraio um pouco mais na minha direção. — quero fazer como um homem que quer uma mulher. — Não consigo tirar os olhos dos lábios. — Deixa fazer? — Como seria? — é tão inocente que receio pervertê-la com as minhas ações. — Devo mostrar. — Eu fecho as mãos nos quadris dela. Seu corpo está entre minhas pernas, a distância entre os dois é efêmera, tão curta que nossas respirações se misturam. Eu posso ouvir o batimento cardíaco rápido que acompanha o meu. Sem pensar por mais um segundo eu pego seus lábios entre os meus. É o céu que se abriu, para mim. É aqui que eu pertenço à qualidade de seus lábios. Minha boca é aquela que se move insistentemente sobre a dela, acabo mordendo o lábio inferior para abri-la, ela faz isso liberando um suspiro que consegue acordar minha amiga. Suas mãos seguram meus ombros, enfiando os dedos lá. Nossas línguas fazem contato, do céu eu passo para o inferno, o calor começa a ser sentido pela umidade de nossos lábios, eu nunca senti essa sensação antes Nossas bocas continuam a dançar à medida que a temperatura aumenta, abaixando nossas mãos sobre a borda de seus quadris até que eles atinjam sua traseira redonda. Eu devo ir devagar, eu me repito várias vezes, no entanto, eu não posso, ela me exorta a tocá-la, a ansiar por ela, é responsável pela ereção que cresce entre as minhas pernas. — Caio! — suspira quando eu aperto o r**o nas minhas mãos. — Esta é a sua maneira de ensinar? — separa-se de mim um pouco atordoado. Nossas respirações estão agitadas, sua boca está inchada e minhas mãos continuam a acariciar sua b***a sem vergonha. — Sou melhor do que um beijo de escritório. — Afirmo malicioso. — Vamos almoçar e se gostarem acabo de vos ensinar como a sobremesa pode ser deliciosa. Quero devorar cada parte dele, eu não suporto ter provados seus lábios senão provar seu corpo.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD