Episódio 4

1025 Words
— Você conhece a garota? Um dos policiais me perguntou. Depois que a menina desmaiou, tirei-a do carro para levá-la ao hospital, Hugo havia ficado na companhia de alguns seguranças do bar com o homem que conseguimos pegar até a chegada da polícia. A menina havia sido drogada de acordo com os exames que fizeram quando ela chegou ao hospital, talvez a tivessem drogado para abusar dela e agora ela estava dormindo num quarto. A polícia veio ao hospital para pegar o meu depoimento e me fez várias perguntas sobre o ocorrido, mas teria que conversar com ela. — Não, eu não a conheço. Eu respondi. — Então você pode explicar como o encontrou. Perguntou o oficial. — Eu vi quando os dois rapazes estavam levando ela para o carro. Expliquei, um tanto cansado, tinha passado uma noite cansativa, tive que ficar com a menina no hospital porque não conseguiram contato com nenhum familiar próximo. — Senhor. Walton, obrigado pela colaboração, caso a vítima preste queixa, você terá que comparecer para depor. Anunciou o policial, fechando o seu caderno com o meu depoimento por escrito. — Tudo bem. Respondi. Aproximei-me da janela da porta do quarto onde a menina estava para olhar para ela por um momento enquanto o policial se afastava. — Senhor. Pesquisei algumas informações sobre a menina, o nome dela é Allison Foster Jhonson, o pai dela é Santino Foster e a mãe dela é Allinna Jhonson, a mãe dela faleceu há dois anos e o pai dela hoje é casado com Jena Thompson, a menina mora num apartamento na rua S Harrison em Lancaster Wisconsin, trabalha no café a duas quadras de onde você mora em Rochester, na 3rd Ave. SE. Hugo me informou enquanto eu continuava olhando pela janela. — Devemos entrar em contato com o pai dele? Hugo me perguntou, mesmo quando eu continuava em silêncio. — Não. Quero falar com ela primeiro. Eu disse, abrindo a porta e entrando no quarto. PONTO DE VISTA DE ALLISON FOSTER Gostei da sensação que estava sentindo neste exato momento, >, embora essa tranquilidade fosse passageira, algo brilhante ficou preso nos meus olhos, não pude acreditar que finalmente estava morta, mas foi a realidade que me atingiu de cara. Aos poucos fui abrindo os olhos enquanto me acostumava com a luminosidade do local e o que vi fez o meu sangue gelar, um homem completamente estranho estava sentado num móvel, naquele momento olhei para meu corpo e o lugar onde eu estava. — Você acordou. O homem me disse, levantando-se e caminhando na minha direção. É claro que isso é um hospital, então não vou perguntar onde estou, mas o que vou perguntar porque: Quem di*abos é você e o que estou fazendo aqui? Eu deixei escapar. — Aparentemente alguém drogou você. O homem na minha frente deixou escapar. — Eles me drogaram? Repeti novamente sem entender. A única coisa que me lembrei foi de eu tomando os meus remédios no bar e algumas cenas borradas... e o rosto dele olhando para mim... — Os policiais virão mais tarde, querem tirar o seu depoimento, já que houve uma tentativa de estupro. Ele anunciou. Naquele momento toquei o meu corpo e percebi que não estava com as minhas roupas, onde estavam as minhas coisas? Eu rapidamente varri o lugar com o meu olhar tentando ver onde estavam as minhas coisas, mas elas simplesmente não estavam lá. — Não vou declarar, onde estão as minhas coisas? Onde estão as minhas roupas? Perguntei a ele, tentando sentar na maca. — Não sei se não declarar é uma opção, há alguns dos sujeitos detidos, precisamos da sua denúncia para que ele continue no local onde se encontra até que haja uma investigação. Ele anunciou. — Não quero testemunhar e quero as minhas coisas agora. Cuspi, irritada. — O meu motorista está com elas lá fora, pedi para ele levar para a lavanderia. Ele me disse calmamente. — Não é necessário, por favor, traga para mim. Pedi gentilmente. Eu o vi sair do meu quarto enquanto eu tentava me acalmar, não poderia testemunhar se o fizesse, teria que dizer que eu mesmo havia usado drogas, embora tentassem me machucar, o que não tinha justificativa, mas poderiam me prender por usar drogas. Eu tinha que deixar este lugar o mais rápido possível. — Aqui estão as suas roupas. Disse-me o homem com as minhas roupas nas mãos. — Obrigado. Eu disse, pegando. — Eu..., estou bem, posso continuar sozinha, obrigado pela sua ajuda, você foi muito gentil. Eu disse, esperando que ele entendesse a minha dica, e me deixasse sozinha. — De acordo. Este é o meu cartão, caso um dia você precise de ajuda. Indicou ele, estendendo um cartão na sua mão para eu pegar. Peguei o cartão, lendo o que estava escrito nele. CEO Erick Walton, Walton & Walton Company. Li rapidamente. — Obrigado. Foi a única coisa que consegui dizer. O homem saiu do quarto, me deixando sozinho. Depois de me vestir verifiquei a minha mochila, precisava saber se os meus remédios ainda estavam nela, havia decidido chamar drogas de medicamentos, afinal era a função deles no meu corpo. Depois de verificar se tudo estava em ordem, coloquei o cartão do homem na carteira. O homem que me levou ao hospital pagou a conta no hospital antes de sair > eu devia a um completo estranho. Eu precisava chegar ao café do Sr. Davis o mais rápido possível, perdi metade da manhã no m*aldito hospital e não queria ser demitida de outro emprego, então fui rapidamente ao departamento de cobrança para assinar a minha alta e pagar a conta, do jeito que eu estava indo, eu não teria dinheiro suficiente para minhas despesas do mês e odiava pedir ao Sr. Davis um adiantamento do meu salário, mas fiquei surpresa quando perguntei à garota do outro lado da na janela sobre a minha conta do hospital, ela apenas respondeu que já havia sido paga. ‍​‌‌ ‌‌‌ ​‌​‌​​​‌‌​​‌‌​‌​‌​​​‌​‌‌‍
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD