Marquês Implacável.Updated at May 31, 2026, 10:45
"Eu chorei pelo seu fim trágico em um livro... agora, o destino me deu a caneta para reescrever sua história."
Eveliny era uma alma solitária no século XXI, perdida em uma rotina exaustiva onde sua bondade era sempre confundida com fraqueza. Seu único refúgio era a literatura, até que um exemplar misterioso a transportou para o centro de uma trama que ela conhecia bem demais: a fria e rígida Regência Britânica de 1815.Ela não acordou como uma princesa, mas como a moeda de troca de uma família cruel, destinada a casar-se com o homem mais temido do reino: Alaric Thorne, o Marquês de Ravenwood.Conhecido como o "Cavalheiro Desalmado", Alaric é um herói de guerra coberto de glórias e cicatrizes, cujo coração foi enterrado nas trincheiras. No livro que Eveliny leu, o fim dele era devastador: ele envelheceria no esquecimento, morrendo sem nunca conhecer o calor de um abraço ou a doçura de um amor verdadeiro. Mas Eveliny, movida por uma empatia que transcende o tempo, decide que não permitirá que esse final se repita.
Enquanto luta para se adaptar a um mundo de espartilhos sufocantes, bailes de máscaras e etiquetas fatais, Eveliny começa a quebrar todas as regras. Ela trata criados como iguais, encara o Marquês sem baixar os olhos e invade seu escritório, e sua vida, com uma luz que ele nunca autorizou a entrar.
Alaric está intrigado. Sua nova esposa é um enigma; ela é atrapalhada, gentil e parece carregar nos olhos um segredo que não pertence àquela época. Ele jurou nunca mais sentir nada, mas como resistir à mulher que parece determinada a salvá-lo de si mesmo?
Em uma corrida contra o tempo e contra o próprio enredo original que tenta forçar o curso da história, Eveliny terá que decidir: ela está lá apenas para salvar o Marquês, ou será que, nas sombras de Ravenwood Hall, ela finalmente encontrará o amor que nunca teve no mundo real?
Um segredo entre dois séculos. Um homem que esqueceu como sentir. Uma mulher que se recusa a dizer adeus.
Bem-vinda a 1815. Onde o amor não é apenas necessário... ele é a única chance de sobrevivência.